Sua operação internacional, conduzida por nossa trading.
Assumimos a operação de comércio exterior em nome próprio — como trading — ou operamos como departamento externo. Modelo para quem precisa importar ou exportar sem manter estrutura interna dedicada.
Este serviço é indicado quando…
Empresas que precisam operar comércio exterior sem construir departamento interno, ou que preferem transferir o risco operacional e concentrar-se no core.
- 01
Empresas sem Radar adequado
Volume atual ou pretendido não é compatível com a habilitação disponível ou não há Radar próprio.
- 02
Indústrias sem departamento COMEX
Produção existe, mas não há time dedicado para conduzir importação ou exportação recorrente.
- 03
Empresas em fase de teste
Antes de estruturar departamento próprio, querem validar demanda e operação por 12 a 24 meses via trading.
- 04
Grupos que querem terceirizar risco
Preferem contratar a operação em nome próprio da trading, transferindo risco operacional e regulatório.
O que a JD Trade tira do caminho.
Por que operar via trading ou terceirização faz sentido em determinados momentos.
Estrutura interna cara demais
Departamento próprio (COMEX + jurídico + fiscal) é caro para volume incipiente ou sazonal.
Risco regulatório concentrado
Erros aduaneiros ou cambiais no início da operação geram passivo desproporcional ao ganho.
Curva de aprendizado longa
Contratar e treinar time de COMEX leva meses. Nem sempre há tempo para amadurecer o processo internamente.
Capital de giro imobilizado
Ciclo de importação pode imobilizar caixa por 60 a 120 dias. Trading pode assumir o ciclo em determinadas modalidades.
O que está incluído.
Escopo padrão dos dois modelos disponíveis: trading e terceirização de COMEX.
- 01
Aquisição em nome próprio
Como trading, compramos a mercadoria no exterior em nosso nome e revendemos ao encomendante no Brasil, ou o inverso na exportação.
- 02
Operação por conta e ordem
Alternativa em que a mercadoria é importada em nome próprio da trading a pedido de adquirente indicado — modalidade normativa da RFB.
- 03
Terceirização de departamento
Atuamos como equipe externa: diagnóstico, contratação, execução, prestação de contas e reporte gerencial.
- 04
Gestão contratual e cambial
Contratos internacionais, INCOTERMS, câmbio e conformidade regulatória sob nossa coordenação.
- 05
Logística e desembaraço
Frete, seguro, armazenagem e desembaraço aduaneiro integrados à operação.
- 06
Reporte gerencial
Cliente recebe reporte periódico de operações, memória tributária e conciliação financeira.
Método operacional.
Existem dois formatos principais. A escolha depende do porte da operação, do apetite a risco e do plano de médio prazo do cliente.
- Princípio 01
Trading: assumimos a operação
Compramos e revendemos em nome próprio. Cliente recebe mercadoria posta no destino, com nota fiscal nacional.
- Princípio 02
Terceirização: operamos por você
Atuamos como departamento externo. Cliente mantém a operação em seu nome, mas conduzida por nossa equipe.
- Princípio 03
Contrato definindo escopo e risco
Formalizamos escopo, entregáveis, prazo e responsabilidade em contrato específico — não em proposta comercial genérica.
- Princípio 04
Transição possível
É comum começar via trading e migrar para departamento próprio depois de 12 a 24 meses de operação madura.
Como uma operação chega ao fim.
- 01Etapa
Diagnóstico do modelo
Análise do volume, produto, apetite a risco e horizonte da operação para decidir entre trading e terceirização.
- 02Etapa
Formalização
Assinatura de contrato principal, definição de escopo, precificação (spread ou honorário) e responsabilidades.
- 03Etapa
Setup operacional
Habilitações, cadastros bancários, contratos de câmbio e integração com o time do cliente.
- 04Etapa
Execução das operações
Cada operação segue seu ciclo (importação, exportação ou revenda) conduzido pela equipe da JD Trade.
- 05Etapa
Reporte e conciliação
Fechamento por operação e mensal com memória tributária, financeira e logística.
- 06Etapa
Revisão periódica
Trimestralmente, revisão de modelo, custo e oportunidade de migração para operação própria, quando fizer sentido.
Documentos que costumamos pedir.
Documentos habituais para iniciar a operação via trading ou terceirização. Podem variar conforme o modelo escolhido.
Cliente e formalização
- Contrato social e alterações
- Última DEFIS / DRE
- Certidões negativas fiscais e trabalhistas
- Contrato específico entre cliente e JD Trade (trading ou terceirização)
Operação (por importação/exportação)
- Purchase order ou contrato comercial
- Invoice, packing list e documentos de embarque
- Registros junto a órgãos anuentes conforme produto
- Documentos cambiais quando o pagamento é feito diretamente pelo cliente
Modelos disponíveis.
Modelos operacionais disponíveis. Cada um tem implicações tributárias, contratuais e de risco distintas.
Trading em nome próprio
Compramos e revendemos as mercadorias. Cliente recebe nota fiscal nacional com preço no destino.
Importação por conta e ordem
Modalidade normativa: importação em nome da trading a pedido do adquirente indicado, com transparência formal à RFB.
Importação por encomenda
Trading importa por sua conta e revende ao encomendante. Diferente da conta e ordem quanto à responsabilidade e ao tratamento tributário.
Exportação via trading
Trading exporta em nome próprio produto adquirido de indústria brasileira.
Terceirização gerencial
Cliente mantém a operação em seu nome; JD Trade atua como departamento externo remunerado por honorário.
O que muda com a JD Trade conduzindo.
- 01
Dois modelos sob a mesma casa
Trading e terceirização coexistem no mesmo time — a escolha é técnica, não comercial.
- 02
Contrato antes de operação
Escopo, risco e remuneração são formalizados por contrato específico, não por proposta genérica.
- 03
Reporte gerencial padronizado
Cliente recebe posição financeira, tributária e operacional em base recorrente.
- 04
Caminho para internalização
Quando a operação amadurece, apoiamos a transição para departamento próprio — sem prender o cliente ao modelo.
O que a estrutura correta evita.
Enquadramento tributário incorreto
Confundir conta e ordem com encomenda gera problema fiscal. Cada modalidade tem regra própria de tributação e obrigação acessória.
Falta de transparência à RFB
Operações de trading exigem informar o adquirente ou encomendante. Omissão gera autuação.
Contrato genérico entre partes
Sem contrato específico definindo escopo, risco e remuneração, qualquer atrito vira disputa comercial.
Dependência não planejada
Terceirizar sem plano de internalização pode gerar dependência excessiva. Trabalhamos com horizonte definido em contrato.
Dúvidas comuns antes de contratar.
01Qual a diferença entre importação por conta e ordem e por encomenda?+
Na conta e ordem, o adquirente é conhecido desde o início e a trading atua como prestadora de serviço. Na encomenda, a trading importa por sua conta e revende ao encomendante. Tributação, responsabilidade e obrigações acessórias diferem — a modalidade correta depende do caso.
02A trading assume o risco da operação?+
Depende do modelo. Em trading em nome próprio, assumimos risco da mercadoria e do ciclo financeiro conforme contratado. Em terceirização, o cliente mantém o risco operacional e a JD Trade conduz a execução por honorário.
03Vocês financiam a operação?+
Em modelos de trading, o ciclo financeiro pode ser assumido pela JD Trade dentro de limites contratuais. Não substituímos operações bancárias de crédito.
04É possível migrar do modelo trading para operação própria depois?+
Sim. Muitos clientes começam via trading para validar demanda e migram para departamento próprio quando o volume justifica. Estruturamos a transição com Radar e desenho de time.
05Como é a remuneração?+
Trading em nome próprio remunera por spread na operação (diferencial de preço). Terceirização remunera por honorário mensal ou por operação. O modelo é definido no contrato específico.
Vamos avaliar sua operação de trading e terceirização?
Nos conte o cenário. Fazemos uma triagem técnica antes de propor escopo — sem envio de material genérico.
- →Importação
Se pretende importar em nome próprio no futuro, a estrutura de importação é o caminho.
- →Exportação
Trading também opera exportação em nome próprio de produto adquirido de indústria brasileira.
- →Consultoria e RADAR
Para migrar da trading para operação própria, apoiamos habilitação Radar e desenho de departamento.
